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segunda-feira, setembro 03, 2012
sexta-feira, setembro 30, 2011
Salada especialíssima de abóbora brasileira
Olá, queridos leitores!! Corri horrores nestas três últimas semanas pra dar conta de entregar todos os trabalhos com os quais me comprometi! Por isso ando meio sumida... mas lógico que meu fogãozinho amado continuou a todo vapor... (ou quase todo!). De todas as comidinhas que eu fiz nesses últimos dias, achei que seria Tudo começou porque eu não resisti a uma linda rodela de abóbora brasileira que vi tomando uma fresca na prateleira da quitanda. Era de um abóbora tão pungente e tão penetrante que o resultado não poderia ser outro: levei pra casa (correndo!!), descasquei, cortei em cubos médios, cozinhei no vapor até ficarem bem macios (mas sem desmanchar) e, depois de frios, temperei com:
♥ sal aromatizado com ervas (um punhadinho a gosto)
♥ 1/2 limão siciliano (que deu um toque toooooodo especial)
♥ 1 dente de alho picado (perfeito! eu usei um grande)
♥ Azeite extra-virgem (tenho usado o Borges e estou gostando!)
♥ Aquela pitadinha mágica (e sempre opcional, claro!) de glutamato monossódico
♥ 1 punhado bem grande de salsa picada (outro toque tooodo especial... sobretudo no visual)
e, obviamente, não poderiam ficar de fora minhas idolatradas-salve-salve:
♥ sementes de girassol (usei umas 3 colheres de sopa, torradas em frigideira antiaderente sem óleo)
Prontíssimo!!
Escuta essa: maridão chegou do trabalho e nem bem colocou os pés dentro de casa, só escutei o barulhinho do destampar da travessa de salada lá da sala. Não deu outra: ele me apareceu com a mochila nas costas, mastigando e falando: que abóbora é essa?!?! Comeu que nem uma liminha novinha em folha :D
Bordado por
** Marcela Lima **
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sexta-feira, setembro 09, 2011
Legumes no vapor: salada ou prato quente?
Ambos, claro! E de preferência, numa mesma refeição! Olha que ideia boa que eu vim compartilhar com vocês para aqueles dias que não queremos comer o tradicional arroz com feijão (que eu adoooro de paixão) e acompanhamentos, mas também não queremos abrir mão de uma refeição nutricionalmente completa, gostosa, colorida, saudável e, claro, energética na medida!!É uma ótima ideia também pra fazermos aquela limpa, por vezes necessária, na geladeira e sair cozinhando tudo (ou quase tudo) o que a gente vê pela frente. Quer mais um argumento a favor dessa prática e versátil maneira de consumir legumes? Você vai usar apenas uma panela, um escorredor de alumínio ou aço inox e uma tampa (eu usei a panela média e o escorredor próprio para cozimento no vapor deste jogo aqui ó, que ãããmo de paixão e indico super, apesar de não ser patrocinada por eles... nem por ninguém hehe).
Nem se pode dizer que você irá sujar esses apetrechos, pois no cozimento a vapor, não precisa usar nem um gotinha de óleo, nem um pouquinho de tempero. Só água mesmo! Uia, que beleza!! ;) Você gostou, né? Eu também!! ;)
Comecei preparando as cebolas para o tempero da "versão salada": 1 cebola amarela comum cortada ao meio (no sentido do comprimento) e depois em tirinhas fininhas, suco de 1/2 limão siciliano (já estava em uso), suco de meio limão taiti (idem!), suco de 1 laranja pera. Deixei marinando nesse caldo cítrico e perfumado enquanto eu preparava o restante das coisas.
Parti para o cozimento dos legumes. Primeiramente coloquei uns dois dedos de água na panela pra ferver. Enquanto isso, fui descascando e picando, em cubos, 3 batatas médias, que coloquei pra cozinhar no escorredor assim que a água ferveu. A partir daí, usei somente fogo brando. O esquema é: sai um, entra outro! Saiu a batata macia, entraram 2 mandioquinhas médias cortadas em cubos. Nesse momento, coloquei 3 ovos para cozinhar com um pouquinho de vinagre branco na água, pois, definitivamente, acho que isso facilita a retirada das casca. Saiu a mandioquinha, entraram 6 cenouricas (era orgânica e estava pequena demais dessa vez) cortadas em rodelas. Como estas são mais durinhas e levam mais tempo pra ficarem macias, assim que elas estavam al dente, acrescentei 1 maço de brócolis ninja (basta separar os buquês; eu nem descasquei os talos...), que cozinhou no tempo de as cenouras chegarem no ponto que eu queria: macias (e docinhas! hummm). Retirei os ovos do fogo, esfrie-os em água corrente, descasquei-os e cortei-os em 4, no sentido do comprimento. Fui ajeitando todos os cozidos em uma travessa e pronto!
Voltando ao molho: acrescentei à cebola marinada (mantive o caldinho cítrico dos limões com laranja): 2 colheres (sopa) de shoyu, 1 colher (café) de sal aromatizado, 2 ameixas umeboshi (em conserva) descaroçadas e picadinhas, 1 colher (sopa) de sementes de gergelim brancas torradas em frigideira antiaderente sem óleo, 1 pitada de glutamato monossódico e pra fechar esse molhinho com chave de ouro, 1 colher (sopa/rasa) de óleo de gergelim torrada. Aí foi só misturar tudo e reservar. O maridão adorou o molhinho! ;)

Temperei o feijão bolinha (que já estava cozido) com sal aromatizado com ervas e dois dentes de alho picados, fritos em 1 colher (sopa/cheia) de óleo de milho e prontinho: o segundo acompanhamento estava a postos já!!
Primeiro comi a versão salada e, depois, amassei a batata e a mandioquinha no feijão quentinho, misturei com os demais legumes cortadinhos, salpiquei com tomilho seco e pimenta calabresa, reguei com azeite e... mandei ver!! :D Que delícia de refeição. Jantei isso ontem e almocei hoje!! :)
Beijos, bom final de semana e até a próxima postagem!!
Falando nisso, peço desculpas antecipadamente, mas (com muita dor no coração!), por conta do trabalho, vou ter de me ausentar um pouquinho do blog nas próximas semanas. Mas não me abandonem, tá bem? Assim que me for possível, volto correndinho pra compartilhar mais comidinhas gostosas com vocês, ok?
Beijos de novo!!
Bordado por
** Marcela Lima **
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quarta-feira, junho 22, 2011
Shimeji: duas variações sobre o mesmo tema (com "abobrinha" e com "shoyo e gergelim")
Não me lembro muito bem quando provei pela primeira vez esse cogumelinho bonitinho e gostosinho chamado shimeji. Só sei que de lá para cá, ele virou figurinha carimbada nas minhas refeições, não só porque eu adoro seu paladar e sua textura, mas porque, felizmente, está cada vez mais fácil encontrá-lo nos supermercados, nas mercearias de bairro e até naquelas padarias maiores que têm seção horti-funghi-fruti (acabei de criar esse termo!! Ficou simpático, né? hehe). Antes eu tinha de ir até o bairro da Liberdade... o que faço com muito prazer, mas na correria do dia-a-dia, nem sempre é possível, né?
| Shimeji pronto para ser colhido! cogumelosyamashita.com/Shimeji |
Além disso, passei por uma consulta nutricional recentemente por conta de um traço de anemia que insiste em me perseguir desde criança (ou seja, desde os tempos em que eu adorava um “chuaco” e vivia na cola do garçom da churrascaria atrás dos tentadores coraçõezinhos de galinha – pobrezinhas!) e para completar de vez minha felicidade cogumelística, fui incentivada a usar e abusar das belezinhas como fonte de proteína (porque, pra suprir essa necessidade, eu acabava incluindo queijo nas refeições principais... o que, segundo os nutricionistas, prejudica horrores a absorção do ferro pelo organismo...). Só me restou comemorar: U-oooba!!
O problema é que acabei enjoando daquela receitinha clássica (e deliciosa, é verdade!) de shimeji na manteiga e comecei a pesquisar e a criar umas misturas diferentes... umas mais abrasileiradas, outras inspiradas no modelo oriental tradicional, mas com alguma licença poética... e assim fui aumentando meu repertório de receitinhas com shimeji.
Hoje eu vim aqui justamente pra compartilhar com vocês duas delas: uma de shimeji com abobrinha italiana e outra de shimeji com shoyo e gergelim. Ambas levam azeite, cebolinha e gengibre (outra coisinha que adoooro e que, de uns tempos para cá - desde que o maridão “descobriu no Google” que chá de gengibre alivia estresses estomacais -, também se tornou arroz de festa na nossa geladeira, mas esse assunto vai ter de ficar pra um próximo post... :)
Então, para a versão abrasileirada (shimeji com abobrinha italiana), eu usei:
1 bandeja de shimeji branco (mas o escuro também vai bem, obrigada!)*
2 colheres (sopa/cheias) de azeite de oliva tradicional
½ cebola média (ou 01 pequena) picada em cubinhos
2 dentes de alho (grandes) picadinhos
2 abobrinhas italianas pequenas picadas em cubinhos
1 colher (chá) de sal aromatizado com ervas
1 tomate (pequeno/maduro) picado em cubinhos (sem as sementes)
1 colher (chá/cheia) de raiz de gengibre ralada em ralo fino
1 colher (chá) de páprica doce
Para finalização do prato:
2 colheres (sopa/cheia) de cebolinha fresca picadinha
1 colher (sopa/cheia) de azeite extra-virgem
2 colheres (sopa/cheias) de azeite de oliva tradicional
½ cebola média (ou 01 pequena) picada em cubinhos
2 dentes de alho (grandes) picadinhos
2 abobrinhas italianas pequenas picadas em cubinhos
1 colher (chá) de sal aromatizado com ervas
1 tomate (pequeno/maduro) picado em cubinhos (sem as sementes)
1 colher (chá/cheia) de raiz de gengibre ralada em ralo fino
1 colher (chá) de páprica doce
Para finalização do prato:
2 colheres (sopa/cheia) de cebolinha fresca picadinha
1 colher (sopa/cheia) de azeite extra-virgem
*Dicas importantes: 1. não lave os cogumelos, pois eles absorvem muita água! Apenas limpe-os, muuuito delicadamente, com um pano umedecido em uma solução de água e um pouco de vinagre, de modo que ele não elimine tanto líquido na hora do preparo, evitando que ele fique molenga até esse aguaréu todo secar. 2. Para facilitar a separação dos gominhos, corte a base do buquê com uma faca, na altura onde os cogumelos começam a se separar. Depois fatie a base e junto com o restante. Assim você evita quebrar a extremidade do shimeji (o chapeuzinho, que é muito delicado).
Preparei da seguinte forma:
Em uma panela de 20cm de diâmetro (aço-inox), aqueci o azeite em fogo brando e acrescentei a cebola picada (se você tiver uma panela tipo "wok" antiaderente, melhor ainda!). Quando esta adquiriu uma coloração amarelho-palha, acrescentei o alho picadinho e refoguei por mais 2 minutos, até a cebola ficar levemente dourada. Acrescentei a abobrinha picada, o sal e a refoguei até ficar macia (6 minutos, aproximadamente), porém al dente. Juntei o shimeji (já “debulhado”) e refoguei por 3 minutos, que é o tempo necessário para ele ficar macio e a abobrinha chegar no ponto. Acrescentei o tomate e refoguei por mais 1 minuto. Temperei com a gengibre e a páprica, incorporando bem todos os ingredientes. Desliguei o fogo, acrescentei a cebolinha picada e reguei com azeite extra-virgem.
Para a versão “mais oriental” (shimeji com shoyo e gergelim), eu usei:
Olha ele aqui! Uma delícia! ;)
Para a versão “mais oriental” (shimeji com shoyo e gergelim), eu usei:
1 bandeja de shimeji escuro (mas o branco também vai bem, obrigada!)*
2 colheres (sopa/cheias) de azeite de oliva tradicional
½ cebola média (ou 01 pequena) picada em cubinhos
1 colher (sopa) de sakê “Azuma Kirin” (dourado/seco)
3 colheres (sopa/cheia) de shoyo premium
1 pitada de glutamato monossódico (o popular “ajinomoto”)
1 colher (café) de açúcar
1 colher (chá/cheia) de raiz de gengibre ralada em ralo fino
Para finalização do prato:
2 colheres (sopa/cheia) de cebolinha fresca picadinha
1 colher (sopa/cheia) de semente de gergelim branco torrada (se você tiver a semente crua, é só torrá-la por 1 minutinho, mexendo sempre, numa frigideira antiaderente, SEM ÓLEO!)
3 gotinhas de óleo de gergelim torrado
* Veja as dicas de preparo limpeza e debulhagem do shimeji acima!
Preparei da seguinte forma:
Em uma panela de 20cm de diâmetro (aço-inox), aqueci o azeite em fogo brando e acrescentei a cebola picada (se você tiver uma panela tipo "wok" antiaderente, melhor ainda!). Quando esta adquiriu uma coloração amarelho-palha, acrescentei o alho picadinho e refoguei por mais 2 minutos, até a cebola ficar levemente dourada (já leu isso em algum lugar, né? hehe). Acrescentei o shimeji (já “debulhado”) e refoguei por 3 minutos, que é o tempo necessário para ele ficar maci. Acrescentei o sakê e refoguei por 1 minuto. Juntei o shoyo, o glutamato e o açúcar e refoguei por mais 1 minuto. Temperei com a gengibre e a páprica, incorporando bem todos os ingredientes. Desliguei o fogo, acrescentei a cebolinha picada, a semente e o óleo de gergelim torrado e incorporei bem todos os ingredientes. Na hora de servir, você pode salpicar mais um pouquinho de cebolinha por cima que dá um tcham!
Olha ele aqui! Ficou com uma carinha convidativa, não?!
Agora só falta você contar pra gente aí nos Comentários com qual versão você simpatizou mais!
Bordado por
** Marcela Lima **
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9:57 AM
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